Aí apareceram
alguns azarões que nunca conseguiram emplacar suas candidaturas. Houve outro
fenômeno importante: novatos eleitos pela força de alianças incomuns, grandes
mudanças foram então anunciadas, com referência direta a um “novo
caminho”.
Passado um ano e
meio, nos parece que tudo anda na mesma pisada, um governo incapaz, uma câmara
que não sabe para onde deve apontar o dedo, uma base aliada da discórdia e da
incompetência que não se une pelo bem comum. Greves e mais greves, prato cheio
para uma oposição nanica.
No meio desta
confusão eterna, vez por outra percebemos alguns novatos crescendo à custa da
incapacidade de políticos velhos como os da bancada do PT. Brasília, hoje, não
tem um nome capaz de resolver este impasse governamental, são 24 distritais que
nos confundem com suas opiniões equivocadas, continuam sem produzir grandes
mudanças populares, poucos ou quase nenhum projeto importante foi
concebido.
No ínterim, ficamos
pasmos de ver uma disputa interna, quanto a quem será o novo presidente da casa
e isso enquanto Agnelo se segura no cargo por força de incompetência da nossa
justiça em resolver, prontamente, demandas de interesse público.
É fato que não se
tem, no momento, nem oposição nem situação, tudo é volátil, políticos são assim
em qualquer lugar do mundo, são sempre do partido que tem mais possibilidade de
ganhar. Poderia citar nomes, todavia não será preciso, para quem domina o
assunto sabe que alguns, dois ou três estão fazendo seus nomes apesar de
imaturos e inseguros discursos.
Fonte: Blog do
Evan
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